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Arquivo da categoria ‘Sem-categoria’

- Não é – retrucou ela – , é o melhor. Os outros representam a satisfação de meus desejos como também a satisfação dos desejos de Edgar. E este outro motivo refere-se a alguém que concentra em sua pessoa tudo o que sinto por Edgar e por mim mesma. Não posso me exprimir direito; mas [...]

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Sem nome

É dia de recomeçar,
Contar os cacos do vidro da janela,
Catar a bagunça na sala,
Amar loucamente a solidão.
Não encontrar nada na porta.
Não tem nada em lugar nenhum.
Recomeçar… Que palavra bonita.
Que triste despedida,
Romper.Te amo tanto.
Espanto, vá, adeus, te amo.

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Still alive

This was a triumph. I’m making a note here: HUGE SUCCESS. It’s hard to overstate my satisfaction. Aperture Science We do what we must because we can. For the good of all of us. Except the ones who are dead. But there’s no sense crying over every mistake. You just keep on trying till you [...]

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Ego-éco-téco

É grossa até com quem não merece.
Grita alto, ressalta os pontos importantes da viagem astral.
É ruim, naturalmente ruim. Sincera, e muito ruim.
Ruim de dar choque em quem se aproxima,
De rir da doença dos outros, de falar o que der na telha.
Muito ruim mesmo.
Quando se sente amada suspira,
Parece flor recebendo sol de primavera, [...]

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Peter Pan

Eu quero segurar o tempo,
O instante, esse instante,
Aquele que fez parar a avenida,
As moças que passavam,
O céu, as nuvens, o tempo.
Mas ele passa, passa rápido,
Como tudo que se ama,
Não deixa nada, só a memória,
Vaga memória,
Medo. Incerteza. Poesia.
Minto. Deixa os dias de inverno.

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Compromisso

É um ciclo de cantadas,
De disputas que amarram,
A algo não escrito, não selado,
Mas prometido pelo encanto
De mundos, realidade, prisão.

Um ciclo de sol poente,
De carreira ascendente,
Responsabilidades, de nada.
Corrente sem fim, puxa,
Empurra para lá, sem volta.

Projetos incertos, deixados pra trás,
Quero dançar novamente.
Noitada, vodka, cerveja, orgias…

Essa coisa de ser séria demais me cansa.

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O mar

Nunca o havia visto de tão perto, aliás, havia inúmeras vezes, mas até então era cega, surda, insensível, e ele, o fabuloso infinito de ondas era apenas uma parte minúscula de uma composição, um quadro leve no ar, com tons de cores vivas, poesia, não havia crueldade em seus domínios. Porém agora observava atentamente os [...]

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Não consigo a proeza de passar para as palavras a dor que sinto aqui dentro.
Há passarinhos querendo voar e gaiolas em locais muito altos, ai se me esborracho ao cair de um penhasco.

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