É um ciclo de cantadas,
De disputas que amarram,
A algo não escrito, não selado,
Mas prometido pelo encanto
De mundos, realidade, prisão.
Um ciclo de sol poente,
De carreira ascendente,
Responsabilidades, de nada.
Corrente sem fim, puxa,
Empurra para lá, sem volta.
Projetos incertos, deixados pra trás,
Quero dançar novamente.
Noitada, vodka, cerveja, orgias…
Essa coisa de ser séria demais me cansa.