As torneiras azuis eram acolchoadas,
E numa madrugada monótona
Começaram a cair do céu vermelho.
Caíram colorindo os sapos do lago
De um roxo fabulosamente perfeito.
E não só os sapos foram coloridos,
Como os pudins de açúcar mascavo
Também tiveram o gosto totalmente
Modificado, agora tinham gosto de
Creme e pedaços de laranja.
E Rosa, a menina mais feia da escola,
De óculos grandes de [...]
Posts de Junho, 2008
Torneiras azuis acolchoadas
Publicado em Poemas em Junho 30, 2008 | Deixar um comentário »
Amor
Publicado em Poemas em Junho 29, 2008 | Deixar um comentário »
Amor é uma palavra
Que nunca me definiu
Muito bem. Ou se definiu…
Definiu demasiadamente bem.
Mas sempre no exagerado
Êxtase do instante. Palpitou
Tão forte e devastador,
Soberano, que vibrava,
Transpassava meus pensamentos,
Minha aflição, em meu rosto.
Eu nunca tive um amor tranqüilo,
Os dias eram muito quentes,
Ou nevascas que me congelavam.
E eu dizia estar sempre bem,
Uma rainha digna de ser amada.
Agora eu o [...]
Meus temas, esquemas, poemas
Publicado em Poemas em Junho 21, 2008 | 1 Comentário »
O sorriso mais doce, a graça minha.
A sensação ao caminhar solitária,
Minha paixão, egoísta, totalitária,
Que maternalmente me aninha.
Minha mão de mulher insensata,
E o coração tão profundo, leve,
Viram juntos pata e sentido, neve,
Selvagem, gelada, amiga ingrata.
Se rimas enfeitam o poema,
Quebro minha perfeita intenção,
Há música, única, libertação,
Numa simples mudança de tema.
Noite
Publicado em Poemas em Junho 13, 2008 | Deixar um comentário »
Escura e fria, triste, triste.
Triste, triste, triste, triste,
Trágica, terrível.
Triste, triste e fria.
Triste e escandalosa,
Terrível, Horrível,
Mate-me logo, eu clamo.
Mate-me, deixe-me,
Triste.
Só triste e fria.
Triste, sem metade,
Sem caminho. Só triste.
Essa noite triste e fria.
Há uma esperança,
Um rápido suspiro,
Não. É apenas triste,
Fria, incompreensível,
Triste e fria.
A outra metade
Publicado em Poemas em Junho 9, 2008 | Deixar um comentário »
Meu amor, meu amado.
Adorado pedaço de papel,
Sentido das palavras,
A simplicidade de seus lábios.
Gosto quando me fala de
Temas tão sem nexo
E tão sem contexto
Que fariam qualquer um dormir.
Eu gosto assim do seu jeito
De menino-homem,
De gente grande, sendo assim,
Tão bobo, tão pequeno.
E sim, o que eu mais gosto:
O jeito como pode rir
Das coisas mais inúteis.
Os comentários mais
Inocentes. [...]
Puntitá
Publicado em Poemas em Junho 6, 2008 | Deixar um comentário »
Pipiripaqui piripaqui piripaqui piripaqui
Piripaqui patatipatapará.
Pararuru Pararuru Pararará pacatatatapuntitata.
Punti, puntitá!
Vim meu amor,
Vim te ver linda,
Vim querer,
Eu vim voando,
Vim correndo,
Vim todinha te enfeitar.
Meu puntitá de passarinho envergonhado,
Vem sorrindo alvoroçado
Esperando te encontrar.
Pipiripaqui piripaqui piripaqui piripaqui
Piripaqui patatipatapará.
Pararuru Pararuru Pararará pacatatatabumtitata.
Punti, puntitá!
Sempre te quero,
Sempre bela,
Sempre viva,
Meu amor, minha perdida,
Venha logo me amar.
E de peixinhos coloridos
A nadar nas minhas águas
Ternamente,
Me acompanham
Docemente
Até [...]
Poisé
Publicado em Poemas em Junho 4, 2008 | Deixar um comentário »
Uma breve explicação. Hoje aconteceram coisas muito interessantes na faculdade. Fiquei muito chateada em descobrir a sala imbecil que eu tenho. Muita gente divertida, legal, interessante. Mas muitas pessoas totalmente sem limites, que acham muito engraçado rir da cara de pessoas que nem conhecem por motivo algum, se ainda fosse pelas costas, quem não fala [...]